domingo, 26 de abril de 2009

RESULTADO DO CONCURSO POESIAS PARA O HINO DA ESCOLA
















Foto acima Edna de Jesus Ribeiro (1º lugar) com a poesia de nº32
Com o título de "MINHA ESCOLA'

Na foto acima temos a aluna Mariane de Oliveira João. 2º lugar deste concurso


Foto acima Ana Cláudia Farias 5º lugar deste concurso.



Neste ano de 2009 nossa Unidade Escolar lançou o


CONCURSO DE POESIA PARA O HINO DA ESCOLA.



Com um total de 92 inscritos, foram selecionadas 05 poesias para a fase final do concurso.



A votação será sob forma de juri popular, onde cada sala será convidada a ler os poemas e votar no que mais gostou. Estes poemas estarão à disposição no pátio da escola.



Os leitores deste blog poderão estar comentando as mesmas, mas não havendo possibilidade de votação através do blog.



Para evitar a predileção pelo aluno autor, não publicaremos os nomes dos mesmos nesta fase, somente o seu número de inscrição. Os nomes serão publicados ao término do concurso.




BOA SORTE A TODOS!

Segue os poemas selecionados:


INSCRIÇÃO N° 18


ESCOLA

A escola Gertrudes Benta Costa
Me dá livros, livros que me fascinam
E ao mesmo tempo me estremece
Livros que me ensinam
E também me enriquecem.

Quando se vai vivendo
Aprendendo a mesma coisa
Todos os dias
Nada de bom acontece
A gente desanima
E muitas vezes não percebe.

A escola Gertrudes Benta Costa
Te acolhe, ensina para a vida
Você cresce a cultura
E arranja diversas saídas.

Parabéns a você
Que continua estudando
Seja sempre persistente,
Honesto e estudante
Um dia perceberas
Que tudo foi gratificante.


_____ X _____



INSCRIÇÃO N° 32


MINHA ESCOLA

A escola é um tesouro
Que escondida não está
Se é rico ou pobre
Todos podem desfrutar...

Benta Costa tão querida
Da qual sempre vou lembrar...
Benta Costa tão querida
Onde aprendi o beabá...

O lugar de decisão
E de responsabilidade...
Um lugar onde aprendi
A ser um cidadão...

Minha escola tão querida
Como gosto de você.
Jamais em minha vida
Irei lhe esquecer...

Sei que muita coisa já mudou
Desde a primeira vez que aqui cheguei.
Mas o aprendizado que aqui aprendi
Nunca mais esquecerei...

Todo ano na escola
Temos muito a estudar
Mas também há bons amigos
Que vamos encontrar...

Há também os queridos professores,
Que com muita dedicação,
Preparam os alunos
Para governar uma nação...

E quando for já um adulto,
Quem sabe um doutor eu me tornar,
Vou olhar para o passado
E você minha escola querida estará lá...

O mundo dá muitas voltas,
Surpresas iremos receber
De um aluno aplicado
Posso um dia, professor passar a ser...

E para mim será um grande orgulho
E a todos vou falar
Que aqui no Benta Costa
Aprendi, mas também posso ensinar

Benta Costa tão querida
Da qual sempre vou lembrar...
Benta Costa tão querida
Onde aprendi o beabá...


_____ x _____



INSCRIÇÃO N° 43


A CASA DO SABER

Minha casa do saber,
Gertrudes Benta Costa,
Instituto sem igual
Nela aprendemos
E somos preparados
Há em cada mestre um amigo.

Temos sempre
O horizonte à frente
Sempre com fé de alcançar a vitória
Caminhando de mãos dadas
Olhando em busca de um novo
Futuro e glória.

Nada abala nossa fé de ir
Fazer e vencer
Buscando conhecimento
Escutando aos mestres que ensinam.

O ano já logo termina
Que não ficamos apenas nisso,
Seguimos em frente a nossa jornada
Ainda temos muito o que estudar
Temos muito de aprender na escola
Todos vamos vencer.
_____ x _____



INSCRIÇÃO N° 56

GERTRUDES, MEMÓRIA

A escola é um passo para o futuro,
Aprendemos a ler, escrever
Faz dela importante, um fruto.
Um conhecimento que não se esquece,
E da memória não se apaga
Para sempre permanece.

Extenso pensamento,
Fundadora de ensinos
Gerando nossos melhores momentos.
De um querer, viva a construção,
Ó, seu esplendor, sua alma é, exímia!
Gertrudes, instituição.

Afortunado é quem tem
Uma escola onde estudar,
Quem fez traços desta
E o mundo poderá mudar.
Façanhas, memórias, somos jovens,
Professores criadores de uma história.

DESCOBRIMENTO DO BRASIL E DIA DO ÍNDIO-2009

No dia 22 de abril de 2009 realizamos em nossa
Unidade Escolar as apresentações do
DESCOBRIMENTO DO BRASIL E DIA DO ÍNDIO
O trabalho das professoras
Milena Maia (Ed. Física) e Ivone Lemos camacho (2ªs séries)
valeu a pena!
Confiram os resultados.
NAS FOTOS ABAIXO TEMOS NOSSOS PEQUENOS LEITORES
eles estão nos trazendo informativos sobre nossos índios.














AGORA ACONTECE UM JOGRAL MUITO INTERESSANTE.

Uma das apresentações mais marcantes foi a
A LENDA DA MANDIOCA


Mani nasceu diferente de outras índias. Era branca como lírio. Era, também, a índia mais bonita que já existiu na terra.




Os índios todos gostavam dela, como de um ser sobrenatural, porque um espírito branco apareceu, em sonhos, ao cacique da tribo e lhe contou que Mani era um presente sagrado de Tupã.


Um dia, porém, sem se saber como, Mani adoeceu e morreu.



A tristeza na tribo foi geral e profunda. Os índios choraram muito e enterraram, Mani no jardim. Todos os dias iam ver-lhe a sepultura. E choravam tanto que as lágrimas molhavam a terra.


O tempo passou... veio a primavera.




Na cova de Mani nasceu uma planta desconhecida. A planta cresceu. Um dia os índios cavaram a terra e encontraram um tubérculo. Notaram que parecia com o corpo de Mani e acreditaram no milagre;


Comeram-no, certos de adquirirem assim vigor para as lutas. Mani existia ainda transformada em planta.




Mani era um presente sagrado de Tupã... e os índios cultivaram com carinho o corpo imortal de Mani, transformado em alimento e chamaram-lhe manioca. Mandioca é, pois, nome deturpado de manioca e significa: pão da terra ou carne de mani.

Esteve presente neste evento o
CORAL BENTA COSTA
cantando a música
Pindorama do selo Palavra Cantada
(Terra à vista!)
Pindorama, Pindorama
É o Brasil antes de Cabral
Pindorama, Pindorama
É tão longe de Portugal
Fica além, muito além
Do encontro do mar com o céu
Fica além, muito além
Dos domínios de Dom Manuel
Vera Cruz, Vera Cruz
Quem achou foi Portugal
Vera Cruz, Vera Cruz
Atrás do Monte Pascoal
Bem ali Cabral viu
Dia 22 de abril
Não só viu, descobriu
Toda a terra do Brasil
Pindorama, Pindorama
Mas os índios já estavam aqui
Pindorama, Pindorama
Já falavam tupi-tupi
Só depois, vêm vocês
Que falavam tupi-português
Só depois com vocês
Nossa vida mudou de uma vez
Pero Vaz, Pero Vaz
Disse em uma carta ao rei
Que num altar, sob a cruz
Rezou missa o nosso frei
Mas depois seu Cabral
Foi saindo devagar
Do país tropical
Para as Índias encontrar
Para as índias, para as índias
Mas as índias já estavam aqui
Avisamos: "olha as índias!"
Mas Cabral não entende tupi
Se mudou para o mar
Ver as índias em outro lugar
Deu chabu, deu azar
Muitas naus não puderam voltar
Mas, enfim, desconfio
Não foi nada ocasional
Que Cabral, num desvio
Viu a terra e disse: "Uau!"
Não foi nau, foi navio
Foi um plano imperial
Pra aportar seu navio
Num país monumental
Ao Álvares Cabral
Ao El Rei Dom Manuel
Ao índio do Brasil
E ainda quem me ouviu
Vou dizer, descobri
O Brasil tá inteirinho na voz
Quem quiser vai ouvir
Pindorama tá dentro de nós
Ao Álvares Cabral
Ao El Rei Dom Manuel
Ao índio do BrasilE ainda quem me ouviu
Vou dizer, vem ouvir
É um país muito sutil
Quem quiser descobrir
Só depois do ano 2000
Quer ver o vídeo original do selo Palavra Cantada "Pindorama"?
Segue vídeo:
OUTRA PÉROLA NESTE DIA , FOI A INTERPRETAÇÃO DE
OS INDIOZINHOS

Na foto acima temos os alunos do vespertino interpretando "Os Indiozinhos"
Segue video:




Na foto acima temos os alunos da 2ª matutino interpretando "Os Indiozinhos"














Abaixo, temos a lenda da mandioca novamente (agora em texto corrido) e logo abaixo as fotos dos alunos do vespertino interpretando-a.

A LENDA DA MANDIOCA

Mani nasceu diferente de outras índias. Era branca como lírio. Era, também, a índia mais bonita que já existiu na terra. Os índios todos gostavam dela, como de um ser sobrenatural, porque um espírito branco apareceu, em sonhos, ao cacique da tribo e lhe contou que Mani era um presente sagrado de Tupã. Um dia, porém, sem se saber como, Mani adoeceu e morreu. A tristeza na tribo foi geral e profunda. Os índios choraram muito e enterraram, Mani no jardim. Todos os dias iam ver-lhe a sepultura. E choravam tanto que as lágrimas molhavam a terra. O tempo passou... veio a primavera. Na cova de Mani nasceu uma planta desconhecida. A planta cresceu. Um dia os índios cavaram a terra e encontraram um tubérculo. Notaram que parecia com o corpo de Mani e acreditaram no milagre; comeram-no, certos de adquirirem assim vigor para as lutas. Mani existia ainda transformada em planta. Mani era um presente sagrado de Tupã... e os índios cultivaram com carinho o corpo imortal de Mani, transformado em alimento e chamaram-lhe manioca. Mandioca é, pois, nome deturpado de manioca e significa: pão da terra ou carne de mani. FONTE: http://www.icoaraci.com.br/lendas.htm














PARA FINALIZARMOS ESTA MOSTRA DE UM BELÍSSIMO TRABALHO,
TEMOS UMA FOTO DOS NOSSOS AUTORES E PROTAGONISTAS.





PARABÉNS A TODOS VOCÊS!
VOCÊS ENTENDERAM QUE SOMENTE COM UNIÃO E DEDICAÇÃO
ALCANÇAREMOS O SUCESSO!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

DIA DO LIVRO

No dia 30.03.09 foi realizado na
EEB Professora Gertrudes Benta Costa comemora o
DIA INTERNACIONAL DO LIVRO PARA CRIANÇAS
Por este motivo a 6ª série 03, homenageará esse dia com um teatro chamado:
"QUAL É O SEU LIVRO?"
Os participantes são:
CAROLINA
YORRANA
EDUARDA
SABRINA
GABRIEL
NAIARA
JOSÉ
Iniciamos com o hasteamento da
Bandeira Nacional Brasileira acompanhado com o Hino Nacional Brasileiro.
Logo em seguida vimos um teatro muito criativo, onde os alunos encenaram uma sala de aula, onde a professora pedia que os mesmos lessem histórias e para a plateia.




Muito bonito foi a forma de início desta aula teatro, que inicia com uma oração (aliás rotina da professora Maria Luiza, que sempre ao iniciar sua aula faz uma oração com seus alunos).

Interpretando a professora, temos a aluna Eduarda



José (foto acima)



Leandra (foto acima)



Yorrana (foto acima)


Gabriel dos Anjos (foto acima)


Naiara (foto acima)

Carolina (foto acima)



Sabrina (foto acima)


Andrezza (foto acima)
Esta história acima contada é muito interessante. Veja você mesmo:


O PREÇO DO AMOR
(Eustace Chesser, 1973)




Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e lhe entregou uma folha de papel com algo escrito.
Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:
* Cortar a grama do jardim: R$ 3,00.
* Limpar meu quarto esta semana: R$ 1,00.
* Ir ao supermercado em seu lugar: R$ 2,00.
* Cuidar dos meus irmãozinhos enquanto você foi as compras: R$ 2,00.
* Tirar o lixo toda semana: R$ 1,00.
* Ter um boletim com boas notas: R$ 5,00.
* Limpar e varrer o quintal: R$ 2,00.
* Total da dívida: R$ 16,00.
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.Finalmente, ela pegou um lápis e, no verso da mesma nota, escreveu:
* Por levá-lo nove meses em meu ventre e dar-lhe a vida: nada
* Por tantas noites sem dormir, por cuidar de você quando ficava doente: nada
* Pelos problemas e pelos prantos que você me causou: nada.
* Pelo medo e pelas preocupações que tive por você: nada.
* Por comida, roupas e brinquedos: nada.
* Por limpar-lhe o nariz: nada.
* Custo total do meu amor: nada.
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe escrevera, tinha os olhos cheios de lágrimas. Olhou nos seus olhos e disse: "Eu te amo, mamãe!!!". Logo depois, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:
"Totalmente pago".
Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa pelas boas ações que fazemos.
É difícil entender que a melhor recompensa é o amor que vem de Deus. E, para sorte nossa, é grátis.
Na foto acima, os alunos da 5ª e 6ª séries ficaram muito atentos a tudo que acontecia,
pois estava muito interessante.

Na foto abaixo temos a professora criadora esta homenagem.
PARABÉNS PROFESSORA MARIA LUIZA, PELA CRIATIVIDADE E ORGANIZAÇÃO!